domingo, 14 de dezembro de 2008

Mulher guerreira


A madrugada


Ouça o som dos portões!
Eles erguem um clamor ao norte.
Poço ouvir o galope dos cavalos,
E o brado de seus cruéis e impávidos guerreiros.

Minha espada está desembainhada!
Nesta madrugada de sangue e tormento
Lutarei até a morte,
Mas não me renderei ao medo.

Sou mulher, porém guerreira.
De sorte que se eu morrer esta noite
Em meu epitáfio
Atribuam meu fim à peleja.

Pelo povo que não vale a luta!
Pela vida que não vale ao povo...
Dar-me-ei ao calor da batalha,
Sem tremor nem temor
Farei com que sintam o sabor de minha espada.
De flechas envenenadas rechearei a minha aljava
by: Ana Patricia

6 comentários:

Ankhmaya disse...

Podemos levar esse poema a qualquer situação do dia-a-dia, independente do que venha a se tratar.

Gostei, parabéns.
Beijos
http://web.me.com/fabio.c.martins

Tati disse...

Poema bem escrito, porém o blog me parece muito triste.

Wellington disse...

Gostei do seu blog!!!
Seu último post tem um poema forte em? É inspirador! =)

Você não curtiu muito meu blog? =/

Vou add seu blog ao meu fórum. Parabéns pelo seu blog! =)

http://br.geocities.com/neowellblog/

Bjsss!

blog disse...

A guerra está por começar - essa é a verdade.
O arquétipo da mulher guerreira é constante.
Vale o texto.

Tiago disse...

uau... belo poema, Ana.

acredito que todos somos guerreiros, cada um de sua forma... todos vencemos nossas batalhas, algumas interiores, outras exteriores.. o importante é sempre lutar!

Parabéns!
Beijos
http://www.mundoglam.com.br

André disse...

Interessante... já fui de escrever poemas, hoje em dia parei.

http://anddreoliveira.blogspot.com/

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